Me cheirou como se eu fosse o alimento, como se tivesse cheiro bom, chegou mais perto de mim.
Me lambeu como se eu fosse gostoso, como se fosse saboroso, deixando saliva em mim.
Me arranhou como se eu fosse invulnerável, como se eu gostasse, como se desejasse a mim.
Me mordeu como quem quer um pedaço, como quem deixa uma marca, pra não esquecer de mim.
Então, no movimento perfeito me pegou de jeito e me fez suspirar...
Já não sei mais o que é direito, é peito contra peito sob a luz do luar...
Instinto feminino, sensual e desatino. Uma fêmea fatal. Um desejo carnal.
“Naquele amor... à sua maneira”.






